quinta-feira, 9 de junho de 2011

Oahu... Capital

Dia 5 de Junho

O tempo devia ser de descanso, mas o dia começou bem cedo, pois foi dia dia de viagem. Vamos apanhar um avião para uma outra ilha do arquipélago do Hawaii, Oahu, com capital Honolulu.
Acordei cheio de dores musculares, com as pernas pesadas, os músculos muito inflamados e nem o gelo de ontem me safou… Levei um empeno jeitoso levei…
Bem com um pequeno almoço às pressas ainda no apartamento, as sete e meia da manha estávamos em direcção ao aeroporto para apanhar o voo as 9h.
Tudo dentro dos conformes no chek in, se bem que fiquei logo sem champoo e gel de barbear porque me esqueci de o meter na mala. Já foi.
Honolulo, uma cidade cosmopolita, virada para o turismo de massas, com o seu centro em Waikiki Beach, muito semelhante a uma cidade algarvia em hora de ponta. Mas numa versão três vezes maior.
A cidade, ou o centro vive do comércio tradicional e do outro, dos restaurantes, dos hotéis, das lojas de surf, da praia, etc…
É uma cidade que atrai muitos nipónicos, que aqui vêm passar ferias, trabalhar e muito deles só casar… pelos vistos parece que está na moda casar no Hawaii.

Realmente à primeira vista, ficamos fascinados com a quantidade de lojas de marca, com as luzes, com as limusinas a passar a toda a hora, com os restaurantes fantásticos, mas depois do impacto inicial a cidade diz-me muito pouco… O que não me disse muito pouco foi o mar, foram as ondas, foi o espírito de surf que se vive à volta deste espaço.
Depois de colocadas as malas e um almoço num restaurante famoso pelos seus hambúrgueres. Lá vamos nós atrás da comida fast food… Por acaso até eram bem agradáveis e nada estilo fast food, num espaço fantástico mesmo em frente a Waikiki Beach.
Estava mortinho por entrar dentro de água.
Não será preciso dizer que mal cheguei  à praia a primeira coisa que aluguei foi uma prancha e mandar-me para dentro de agua.
É impressionante o espírito de surf que se vive aqui.
Surfa a mãe, o pai, a filha, o filho, os gordos os magros, toda a gente que se tem a percepção que é de cá, passa de prancha na mão. Nunca tinha visto uma coisa destas. Parece que lhe está no sangue. Não interessa se surfam muito ou pouco, esta lhes no espírito. E é domingo e naa é preciso dizer que o pequeno areal estava repleto de gente
Então a minha tarde foi mesmo no centro de Wiakiki, com uma malibu, porque não encontrei nada mais pequeno para se alugar, a aproveitar o mar quente para poder surfar, onde se pensa que nasceu o surf.
As ondas de metrinho, mesmo ao meu jeito, foram excelentes para sentir o surf no Hawaii..
A água límpida e quente, com o coral por baixo fazem e tornam este momento especial.
As ondas estavam a entrar bem outside, então à medida que me ia aproximando e vendo a quantidade de gente que estava a surfar e posso vos dizer que acredito que estariam acima das 300 pessoas dentro de água, mas com um espírito de partilha e com uma atitude muito diferente daquilo que se vê nos nossos picos em Portugal, que toda a gente passa uns por cima dos outros. Enfim muito diferente…
Passei uma hora e pouco dentro de água e saí desconsolado por não estar lá mais tempo…
Uma experiencia que nunca mais hei-de esquecer…
O resto da tarde foi passado na praia a contemplar todo aquele envolvimento.
É demais, aqueles pequeninos, de pele muito escura, tipo índio, nativos claro, com 5, 6 anos de prancha na mão, sozinhos, já entram e saiem do mar sem dar cavaco a ninguém, parece que nascem com o espírito.
Á noite jantei numa casa, que recomendo, porque é fantástica e come-se divinalmente. “The cheasecake Factory”. Foi provavelmente onde nasceu o famoso, mas tudo o resto também é excelente. Adorei.




O dia foi longo e depois de um giro pela zona central de Waikiki foi me deitar que ainda andava meio a mancar com algumas dores nas pernas.

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